Três alternativas para você se livrar das dívidas

Uma coisa é certa: estar no “vermelho” tira o sono de qualquer um. Muitas vezes, a pessoa não sabe nem por onde começar a renegociação para saldar uma dívida. Mas, a solução pode ser mais simples do que você imagina. É importante saber que, para o credor, é muito melhor renegociar a dívida do que esperar pelo pagamento sem prazo definido.

Como cada pendência pede uma estratégia de negociação diferente, listamos três alternativas para você sair das dívidas. Confira:

Dívida com uma loja

Renegocie com o credor: o primeiro caminho é tentar uma renegociação direta com o credor, parcelando a dívida em valores mensais, por exemplo. Deixe bem clara sua intenção de saldar a dívida e as condições de pagamento que realmente consegue assumir.

Por isso, antes de procurar o credor, é muito importante fazer um levantamento detalhado de suas receitas e gastos mensais, verificando o que pode ser cortado e reduzido, para saber que quantia mensal pode ser destinada ao pagamento do acordo. Caso o credor não aceite a sua proposta, outra opção é guardar algum valor mensalmente, para depois tentar quitar a dívida integral, negociando algum desconto.

Dívida de cartão e cheque especial

Converse com seu gerente: dívidas de cartão e cheque especial têm juros muito altos e, portanto, precisam de maior atenção.  Nesse caso, o melhor é renegociar com o banco o pagamento conjunto das dívidas, sempre com um valor de parcela que caiba no orçamento mensal.

E, enquanto você paga a renegociação, é muito importante não contrair novas dívidas.

Dívidas com vários credores

Faça um empréstimo: em vez de renegociar a quitação de cada uma das dívidas, é mais simples buscar um empréstimo no valor de todas juntas. Mas, cuidado! Essa opção só vale se o empréstimo tiver juros mais baixos do que os que você está pagando aos seus atuais credores.

Uma boa opção costuma ser o empréstimo consignado que, geralmente, tem melhores taxas, pois, para o credor, traz a segurança de ser debitado diretamente da folha de pagamento. Trabalhadores assalariados e pensionistas não devem contrair parcelas que comprometam mais do que 30% de sua renda.

Os especialistas recomendam que as parcelas do consignado não sejam superiores a 25%, sob o risco de comprometer seu orçamento. Outra possibilidade é a venda de alguns bens para saldar as dívidas ou a busca de fontes de receita extra, como um segundo emprego.

Consultoria: Edson Pacheco, educador financeiro filiado a ABEFIN, Associação Brasileira de Educadores Financeiros e Eduardo Felipini, consultor da DSOP Educação Financeira.

*Esse conteúdo têm caráter informativo e são produzidos pela empresa Engrenagem Virtual; não refletem necessariamente uma recomendação da Entidade.

Fonte: Sicoob Previ

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